Depois de uma longa espera, ficaram prontos os primeiros vinis produzidos pela fábrica Polysom, guerreira iniciativa nacional, bancada pela gravadora Deckdisc. Recebi dois vinis, Chiaroscuro, da Pitty, e Fome de Tudo, da Nação Zumbi. Comecei pelo disco da Nação. Que delícia abrir aquele plástico (desculpe, Planeta) com cheiro de novo e encontrar uma bolacha de alto padrão, da capa ao encarte, passando pelo vinil em si.

Além de Pitty e da Nação, também estão saindo vinis da Fernanda Takai (Onde Brilhem os Olhos Seus) e do Cachorro Grande (Cinema).  Por enquanto, só encontrei pra vender online, pela Livraria Cultura, com previsão de lançamento para o dia 23/3. O preço, segundo a Polysom anunciou anteriormente, vai ficar entre R$ 60 e R$ 90 (salgadinho).

Mas o fato é que a fábrica de vinis de Belford Roxo saiu da UTI e está produzindo – e com qualidade! Agora só falta uma indústria brasileira se animar em fabricar toca-discos. Por enquanto, quem quiser se munir desse equipamento tem que recorrer aos importados.

A falação é tanta em torno da volta do vinil que até grandes redes como o Extra já foram atrás do seu modelo. Veja a seguir a seleção de toca-discos que o TODO DJ JÁ SAMBOU garimpou nas boas lojas online do ramo.

AMERICANAS

Toca-discos com samplers e CD player Waldman – R$ 4.399

A Americanas.com trabalha com esse toca-discos da marca Waldman. O preço é salgado, mas o aparelho promete recursos como efeitos (eco, phaser), reprodução simultânea de CD e vinil, sampler, proteção anti-shock, pitch de variação de velocidade de até 50% e edição de loop. Sinceramente, pra quem só pretende ouvir o disco, talvez seja um pouco demais.

SUBMARINO

Toca-discos auto toque Gemini – R$ 3.899

Este Gemini tem direct driver, torque de motor de cinco quilos e pitch variável de – 10% a 20%. Parece bem robusto, mas ainda um pouco caro.

EXTRA

Toca-discos com conexão USB e base universal para iPod Ion – R$ 1.343


Quando o Extra começa a vender toca-discos você pode acreditar que tem uma febre de vinis rolando, né?! Este aparelho que está à venda na rede de supermercados tem conexão USB e base para iPod. O custo benefício parece legal, se bem que eu nunca ouvi falar dessa marca.

MERCADO LIVRE
Toca-discos Omprofile Pro – R$ 649


Esta vitrolinha grava discos de vinil diretamente no computador e tem entrada auxiliar, que permite digitalizar outras fontes de áudio, como fita cassete. Vem com o software EZ Vinyl, que transfere as músicas para o iTunes. Tem ainda saída de áudio RCA para conexão em equipamento estéreo e saída de áudio USB. Parece um bom investimento para quem quer digitalizar a coleção de vinis.

DJ BAN
Par de Toca Discos Technics SL 1210 MK2 (usados) – R$ 2.999

O toca-discos MK2 da Technics é a menina dos olhos de qualquer DJ à moda antiga. Começou a ser fabricado em 1978 e até hoje não tem páreo para ele. Este par usado está à venda na lojinha online da escola de DJs DJ Ban. Não acompanha acessórios como tampas e agulhas.

Toca-discos Numark TT USB – R$  949

Também na loja da DJ Ban tem esse toca-discos USB da Numark, marca que investiu bastante neste segmento. Ele vem com todos os cabos necessários para conectar a um computador ou sistema de áudio estéreo, além de uma entrada P2 estéreo, que permite a conexão de tocadores de cassete ou qualquer outro equipamento com saída em nível de linha.

CASA DOS TOCA-DISCOS


Essa tradicional casa na rua Santa Ifigênia, em São Paulo, trabalha com novos e usados de várias marcas. No site não tem muita informação, então o mais aconselhável é dar uma passada por lá. Normalmente, os usados à venda na Casa dos Toca-Discos são revisados e vêm com alguns meses de garantia.

Quem sou
  1. Guedes disse:

    Diego, entendo que quem gosta de música mais profundamente, realmente tem mais sabor ouvir num equipamento de ótima qualidade e ainda por cima no vinil, é tipo saborear um vinho antigo, é até algo mistico, mas ficar popular, mesmo que o aparelho aqui custe R$ 10,00 e o vinil R$ 5,00, não vai mesmo. Tentem ver pelo ponto de vista das pessoas mais “humildes”, eles querem é ouvir o pagode deles e pronto, não importa a embalagem.

  2. Dalton disse:

    1. É fato comprovado que vinil produz um som mto mais completo que o som digital, porém menos “limpo”. Qualquer engenheiro de som, maestro ou revista especializada pode confirmar. Quem tem ouvido sente facilmente a vantagem do vinil, principalmente em acústicos, música clássica…

    Se eu vou voltar? Não. Não acho que valha a pena. É mto caro, é trambolhão. Por mais que música digital seja menos pura, vale pela praticidade, pelo menos enquanto eu não tiver um belo espaço para armazenar tanta tralha…

    Agora, um tal de Guedes aí em cima, de todos os leigos, foi o que mais deu um show de ignorância… dizer que suco artificial é superior? Que gostar de suco natural é apenas naturalismo??? MP3 tem qualidade? MP3 é som com mta compressão? E compressão é perda!!! PQP…. ignorante, sem paladar, sem ouvido e sem vergonha… heuaehuaehuaeh. Incrível como tem gente sem base nenhuma dando pitaco…

  3. Cristiano Ribeiro Leonel disse:

    Com o frenético avanço da tecnologia, não deveríanos retroceder. Pois a grande massa não dispões de recursos financeiros para adquirir equipamentos com alta fidelidade sonora. Puramente jogada das gravadoras na minha opinião. O que deveria ser feito e passou da hora é todos nós pararmos de comprar os cds a preços absurdos e boicotarmos as gravadoras. Abaixo as gravadoras e abaixo apirataria. Só assím cairiam os preços abusivos cobrados em um simples pedaço de plástico. A tecnologia veio para facilitar a nossa vida. Diga não ao retrocesso, diga não as drogas. Abraço a todos que amam a tecnologia e a proticidade gerada por ela.

  4. Guedes disse:

    Gus, é como outra pessoa disse ai para cima, o Mp3 só não é melhor por economia de espaço que hoje nem se justifica, pois as mídias estão bem baratas. Deveriam sim, fazer novos MP3 de altissima qualidade sem suprimir nada e vender em pen-drives ou blue ray, com certeza seria muito mais prático e de melhor qualidade que o melhor vinil e melhor toca discos já criado. Vamos separar saudosismo de tecnologia. É o mesmo que ouvir que os carros dos anos 50 eram bem melhores que os atuais, vamos ser realistas.

  5. Dunga disse:

    O som do LP é melhor com certeza… mas usar uma matriz digital para prensar um LP, terá o mesmo resultado de passarmos um MP3 para WAVE. A compressão digital já foi feita, muito da fidelidade da música se perde nesse processo. LP tem que ter a matriz analógica, equipamentos totalmente analógicos em seu processo de criação. Ouvir um LP que teve sua gravação originária de CD, é melhor comprar o CD. Quanto a equipamentos, no Brasil a mais de 20 anos que não se fabrica um bom aparelho de som, e muito menos um toca discos de qualidade…. Quem quiser ouvir discos ou um aparelho de qualidade é melhor sim importar, ou correr atrás dos belos aparelhos de som Vintage, que foram fabricados até meados dos anos 80 quando a tecnologia começou baratear a produção usando componentes de péssima qualidade.

  6. lucio vila disse:

    Achei interessante a volta do lp. Apesar do chiado que tem os antigos. Pra falar bem a verdade, eu tenho usados é as K7. Gravo do computador ou do toca CD em um gravador portátil da gradiente, e coloco aquelas de 90 minutos e ouço no toca fitas do carro e pronto.

  7. Gus disse:

    Caro Guedes, acredito que jamais existirá tecnologia em MP3 ou qualquer outra digital que capte todas as frequências sonoras que são possíveis de se registrar no LP, por mais espaço que ocupe numa mídia para essa natureza, pois sempre haverá o abismo da fidelidade da mídia analógica, já que esta última é o “registro carbono” da onda sonora (não há “picotamento de frequências”, algo impossível de se impedir na digitalização); não há nada mais fiel do que isso. Atualmente, só se usa o sistema digital nas grandes gravadores porque é muito barato, e não porque é melhor tecnicamente. Hj não se usam mais mídias analógicas(fitas de “n” polegadas) por estas custarem muito caro, e esse custo era repassado para o consumidor final (isso é versão oficial, mas sabemos que o custo para o consumidor continuou quase o mesmo, só a margem de lucro das gravadoras/artistas que precisou se adequar diante do crescimento da pirataria, em parte, catapultado pelas mídias digitais – um paradoxo diante da intenção de corte de custos na produção de CD’s).

  8. Guedes disse:

    Dalton, não sou ignorante, sou técnico de som inclusive, tenho 40 anos de idade e conheço bem o vinil, só digo que é um total exagero dizer que o vinil é muito superior a outras mídias. As outras mídias são muitissimo superiores, o que é inferior é o registro da informação por economia de espaço. E as matrizes originais das músicas são digitais sim, mas guardam toda a informação que podemos ouvir, somos humanos nosso espectro sonoro é limitado. Eu só acho que estão confundindo descaradamente saudosismo com tecnologia. Eu inclusive coleciono antiguidades (aparelhos, máquinas, ferramentas, etc), e não trocaria jamais nada que uso hoje por qualquer item antigo que com certeza são verdadeiros trambolhos, servem só para serem “vistos” por curiosidade mas não usados. Lugar de antiguidade é no museu ou no porão de colecionadores.

  9. Gus disse:

    Ah… sei lá… sinto uma diferença incrível entre o som digital e o analógico… Em casa ouço a maioria as músicas em vinil ou fitas (reel-to-reel) todas captadas de fonte analógica… No carro, aí não tem jeito tem de ser som digital mesmo (mas se existisse tocas fitas no padrão METAL, com certeza usaria um desses…Rs!Rs!)

  10. Guedes disse:

    Gus, não sei não se o que você disse procede totalmente, pois por exemplo, uma imagem digital de altissima resolução é idêntica aos nossos olhos a outra analógica, ou seja, temos que concordar que o digital pode sim ultrapassar nosso limite de sensibilidade fácilmente hoje, o mesmo ocorre com o som. Se fizermos um teste em que pessoas de “bom” ouvido tenham que descobrir se o som é analógico ou digital (de qualidade, sem compressão mesmo com picotamento), acredito que teriam grande dificuldade. Resumindo, é tudo uma questão de saudosismo mesmo e não de comparações de qualidade. Hoje por exemplo consegue-se fazer sabores artificiais indistinguíveis dos correspondentes naturais, como o limão por exemplo. Lógico que sempre haverão os que confundirão a vantagem do natural com o sabor. O atificial pode sim ser superior ao natural no quesito dos sentidos pelo menos.

  11. Gus disse:

    Para quem gosta de som refinado (e caro) segue o link (site em inglês):

    http://www.tapeproject.com/

  12. Guedes disse:

    Gus, talvez a diferença que você diz sentir, analisando racionalmente, seja devido ao som analógico remeter ao passado, às nossas antigas lembranças e tudo se mistura, dando-nos a impressão de melhor qualidade. Por exemplo, eu mesmo, nem gosto de goiabada, mas quando sinto o aroma de goiabada caseira sendo preparada na panela, sinto como se fosse o melhor cheiro do mundo, pois evoca diretamente minhas lembranças de minha saudosa e querida mãe quando preprava o doce com as goiabas de nosso quintal (quintal que nem existe mais), ou seja, é pura emoção, dando a falsa impressão que tudo era melhor que hoje. Como você bem disse: sei lá!

  13. Gus disse:

    Então Guedes… Pode-se dizer que o som representa um fenômeno idiossincrático para o homem médio, ou seja, cada um ouve de um jeito, e dois dificilmente ouvirão de forma igual. Acontece que na exatidão da física, o som analógico é melhor que o digital, em termos de fidelidade. Agora, a percepção em sua plenitude dependerá do ouvinte (e da sensibilidade do mesmo)… Para mim não é saudodismo, pois sempre tive os vinis como rotina e sempre os terei…

  14. Guedes disse:

    Concordo com você sobre a idiosincrasia da percepção, pois somos todos biologicamente iguais mas psicosocialmente bem diferentes.
    Mas de qualquer forma, são muitos elementos envolvidos nesta análise comparativa, talvez isso nem devesse ser objeto de comparações ou partidarismo. Se você aprecia, é isso que importa. Só não podemos acreditar que isto será popular.

  15. Gus disse:

    Ah não… Popular jamais… Vinil é mídia “premium” para os dias de hj e para os que virão… O vinil não ocupará no mercado o espaço que ele ocupou até 15 anos atrás… Para as massas o futuro será comprar música pela internet ou acoplada em MP3 players… O vinil pertence a um nicho mais específico, fora da realidade de 95% dos lares brasileiros… Mas não deixa de ser um mercado interessante e rentável…

  16. Guedes disse:

    Verdade! Eu mesmo tenho uma loja virtual de produtos diferenciados (produtos eletrônicos de espionagem, investigação, contra-espionagem) e tenho planos de colocar um seção justamente de produtos de alta-performance ou fora de padrão para clientes exigentes, temos sim um mercado forte para isso, com certeza.

  17. Junior disse:

    Acho muito engraçado (também cabe a máxima “seria cômico se não fosse trágico”) quando falam que digital é melhor porque “o som é limpo e não tem chiado”. Provavelmente, esse só escutou vinil lixado, em som de plástico e com agulha de prego.

    A prática comprova: o som analógico é muito mais agradável à sensibilidade humana do que o som digital. Isso acontece com qualquer pessoa: horas a fio ouvindo som digital dá dor de cabeça, o que jamais acontece com o som analógico. A não ser que você escute música com 120 decibéis no pé da orelha. Aí não há cotonete que salve.

    Gostei muito da iniciativa da Polysom, mas se a primazia for a qualidade, estão em desvantagem. Chega a ser absurdo usar um CD como master pra LPs. Quem sabe daqui há uns 3 anos se consiga todo o aparato pra fazer um LP bacana e 100% nacional.

  18. Felix disse:

    Senhores;

    Falar que o vinil nacional é de qualidade hoje soa um tanto pedante pois sabemos que o (material do LP e do CD) importado é melhor e mais pesado, parece que as pessoas esquecem (memória seletiva, dirão alguns), da qualidade ordinária dos produtos tupiniquins…
    Agora, o que houve com o CD é a mesma coisa com o LP – as pessoas não sabem manusear a mídia corretamente e fazer a armazenagem correta – por isso ficou estigmatizado que o vinil tem o som ‘riscado’ e o CD tem vida curta. É claro que eles durarão por tempo indeterminado desde que manuseado e armazenado corretamente – o que a maioria das pessoas não fazem.
    quanto a qualidade de som, se você tiver verba para investir num sistema decente – em um Bose em diante – a mídia, não importa qual seja, terá uma experiência sonora espetacular.

  19. Gonadaz disse:

    Como tem gente ignorante… tsc, tsc, tsc… confundir praticidade com qualidade é um erro crasso… Vinil é o supra sumo da qualidade do audio… Acontece que os mesmos que criticam o vinil são os que tomam vinho sem saber sua natureza, diferentemente daqueles que sorvem o precioso néctar estabelecendo as nuances de cada espécie: Carmenèré, Pinot, Malbec etc… Para quem acha que cd ou mp 3 tem mais qualidade que o vinil, um copo com sangue de boi já basta… Boçais…

  20. gonadaz disse:

    A mídia faz toda diferença em qualquer sistema de audio. Este último só alcança seu ápice de funcionamento quando escorado na melhor mídia. Caso a mídia seja insatisfatória, o sistema hi-end somente compensa parcialmente as perdas de qualidade – isso se o sistema for bom. Melhor mídia sonora: Vinil. Este só perde em qualidade para as fitas master de elevadas polegadas. O resto é resto… Quanto ao vinil nacional, essa retomada da Polysom em termos de qualidade do produto vai depender do tipo de materia prima empregada (“gramagem” do vinil) e a forma de obtenção do sinal (analógico, se for digital ficará uma porcaria – acho que será digital; aí compensa continuar comprando LP’s usados em bom estado ou os importados).

  21. Denise Fiuza Ferreira disse:

    Eu só estou ouvindo Vinil em casa, a minha vitrola é da Gradiente, simples e compro agulhas na Sta.Efigênia!!!Adoro Vinis e nhum troco por CDs!!!!

  22. Marcus disse:

    Não quero entrar na discussão, mas um MP3 V0 tem a MESMA qualidade do vinil, um FLAC tem qualidade superior… comprovado em laboratório.
    E ademais, adianta comprar um vinil por causa da qualidade e escutar num CCE? Até hj nunca vi ninguém, repito NINGUÉM que tenha um soundsystem q mostre a diferença de qualidade… E não adianta vc dizer que tem um toca-discos tal com agulha tal, se amplifica num rádio meia-boca das casas bahia…

  23. Renato Shelter disse:

    kkkkkkkkk
    boa. assino em baixo.

  24. Gonzo-votrevs disse:

    Negativo; o FLAC não é superior aos sistemas de registro analógicos por uma simples razão: ele é digital (o MP3 v0/vbr foi só uma adequação dos padrões de compressão, mas ainda há muita perda). Existe uma incompatibilidade natural dos sitemas digitais de registro e a fonte analógica de audio. Acontece que o FLAC é a maior evolução que se conseguiu até hj para o registro digital de músicas, mas ainda há a não captação de inúmeras frequências audíveis, ocasionados pela própria limitação do sistema binário. Entretanto, rola aqui nas gravadoras o boato que esse sitema FLAC se aplicaria bem no registro de sons puramente digitais, como o de um sintetizadorD, por exemplo. O vinilzão ainda é melhor para o registro completo da maioria das obras musicais, só não é nada prático e precisa ter o dobro de cuidado para manusear, quando comparado com um Cd. Aí o mercado não vai querer mesmo. Abs!

  25. Luciano disse:

    Eu quero mais é esquecer que existiu vinil. Não troco a praticidade e isenção de pops, chiados, clicks que o CD proporciona. Quem anda pra tras é caranguejo.

  26. gonadaz disse:

    Vinil é coisa fina… não é para qualquer ouvido… Para a gentalha já tem MP3 baixado no emule/ares etc…

  27. Reinaldo T. Pires disse:

    Fala sério, tem coisa melhor do que sentar a frente de seu antigo aparelho de som, em uma poltrona bem confortável, colocar um bom disco pra rolar e ficar viajando na capa e encarte…

  28. Lucio K disse:

    Ótmio post. e muito apropriado o “desculpe planeta” rsrs….
    em relação aos comentarios: qualquer coisa relacionada a audio, nao acredite em nada do que voce lê, e sim apenas e somente apenas nos seus ouvidos. Nenhuma teoria tem valor se não funciona na prática.

  29. DJ Franklin disse:

    Coleciono vinis e posso garantir: nunca ouvi nada igual! Coisa fina mesmo!

  30. Pancho Aka ChilE_BoY disse:

    Vinil é sinal analógico e CD/MP3 ou etc… é midia digital = 0101 , nunca um sinal digital irá reproduzir de tal forma um sinal Analogico.

  31. CARVICK´S MUSIC! disse:

    acreditamos que gosto é algo que não se discute, respeitamos os adoradores de vinil e os adoradores de cd e mp3.
    somos colecionadores de todos os tipos de audio e video, e temos algumas opiniões que consideramos prioridade:
    cuide bem do seu disco de vinil, cd e mp3, só assim vc manterá o seu gosto pela fonte que vc ouve, cuide bem também do seu aparelho tocador dessas mídias, só assim vc continuará tendo o seu bom gosto musical.
    um grande abraço a todos.
    visite o nosso site:
    http://www.carvicksmusic.webnode.com.br

  32. CARLOS BORGES disse:

    OI PESSOAL, EU FUI AS COMPRAS NA VELHA SANTA IFIGÊNIA E COMPREI UM TOCA DISCOS STANTON T-92 USB ELE É FANTASTICO, NÃO SÓ PELA BELEZA MAS TAMBÉM PELOS RECURSOS QUE ELE POSSUI COMO TOCAR EM 78 RPM E PODER PASSAR ISTO PARA O PC DE FORMA BEM SIMPLES.
    EU COMPREI NA CATODI ( CASA DOS TOCA DISCOS ) UMA LOJA MUITO BACANA QUE TEM 50 ANOS OU MAIS , COM UM PESSOAL QUE SABE ATENDER A GENTE , ELES TESTARAM TUDO NA MINHA FRENTE NO BALCÃO. O NÚMERO LÁ É 398 E O FONE É 11- 3221-3945.

  33. sd disse:

    INTRODUÇÃO AO TEMA CD versus VINIL A questão do Vinil versus CD tem sido palco de muitos e acalorados debates, principalmente na internet, onde existem várias publicações sobre o tema. Contudo, notam-se defeitos muito graves na abordagem de um tema que é um misto de científico e sociológico, sendo o principal deles a falta de uma pesquisa profunda e fundamentada. Primeiro, a começar pelo termo incorreto “digitalização”, que só é mencionado no Brasil, o termo correto e usado no resto do mundo é numerização. Numa visão inicial, já dizemos de saída: O Disco de Vinil é a primeira cópia exata do som real. O Disco Digital é a segunda cópia inexata do som real. Não existe som real digital: Originalmente, ele é analógico. E a questão da exatidão e da inexatidão é matemática.

    trechos copiados desse blog

    http://vinilnaveia.blogspot.com/

  34. sd disse:

    questão do Vinil versus CD tem sido palco de muitos e acalorados debates, principalmente na internet, onde existem várias publicações sobre o tema. Contudo, notam-se defeitos muito graves na abordagem de um tema que é um misto de científico e sociológico, sendo o principal deles a falta de uma pesquisa profunda e fundamentada. Primeiro, a começar pelo termo incorreto “digitalização”, que só é mencionado no Brasil, o termo correto e usado no resto do mundo é numerização. Numa visão inicial, já dizemos de saída: O Disco de Vinil é a primeira cópia exata do som real. O Disco Digital é a segunda cópia inexata do som real. Não existe som real digital: Originalmente, ele é analógico. E a questão da exatidão e da inexatidão é matemática. Mais há diferenças que marcam um e outro: Partindo do ponto de vista técnico-científico, iniciaremos com o problema do sampleamento para o “digital” (Sintetização imperfeita), o que quer dizer o seguinte: O sinal analógico é especializado e é um espelho do som real do que a banda tocou; o sinal digitalizado ou numerizado (Como já disse, é termo correto e no resto do mundo só é falado assim, principalmente por não-leigos) é simples, é uma amostra, nem cópia pode ser chamado

    trecho copiado desse blog :

    http://vinilnaveia.blogspot.com/

  35. Renato disse:

    Olha, ouço muito falar, mas o problema esta justamente no que o colega falouy mais acima, não adianta ter um vinil e amplificar em um som de supermercado ou loja de departamentos. Eu tenho minhas dúvidas sobre se essa diferença caso exista seja tão real assim como os vinylhoalics falam. Só mesmo ouvindo duas fontes teoricamente iguais (mesma versão de um álbum) em um equipamento realmente bom. Até lá estou realmente stisfeito com a evolução na parte digital trazida pelo FLAC, afinal pra quem tem grandes coleções não é nada prático ter que ficar mexendo nos vinis pra procurar uma ou duas músicas que vc quer ouvir naquele momento enquanto navega no pc e depois procurar outros. So pra deixar registarado, que ouvir som rela, vai no show, os denfensores do Vinil ainda esquecem que o som que foi parar na mal deles passou por inumeros tratamentos, edições correções e equalização, ou seja de ral normalmente ta muito longe mesmo os gravados ao vivo. Não sou entusiasta dos meios digitais, mas acho que nem tanto ao mar e nem tanto a terra.

  36. carlos disse:

    No Brasil Eles Malharão Bem o Vinil quando lançaram o CD,Agora que eles estão em apuros com a pirataria do Cd ,lembram que o vinil existe!O vinil sempre esteve na ativa em outros paises,no Brasil eles teve que detonar um pra vende outro!É, 2 corpos não podem ocupar o mesmo Espaço!Será que agora vai ocupar?Viva o Vinil!

  37. Fu disse:

    PQP, esse Guedes é muito tapado, por favor, não vale nem perder tempo discutindo com um cara assim.

  38. jose eduardo maia frança disse:

    Turma, vcs falam, falam e no entanto esquecem a fonte reprodutora. Não adianta reproduzir vinil em equipamentos de estado sólido, vai soar sempre como Mp3. Os verdadeiros amplificador eram à válvula e esse sim era o som puro e real. Com a palavra os especialistas…

  39. gil nogueira disse:

    não adianta de nada a praticidade, se não se tem qualidade.
    sou músico (saxofonista e baixista), toco jazz, bossa nova e rock’n'roll; tenho um ouvido enjoado ao extremo; e só mesmo o vinil pode me dar a qualidade que procuro. tenho um vintage na minha casa e não me preocupo com o espaço que ocupa.
    o cd foi implantado no mundo como uma terceira opção, mas tinha de ser o brasil pra descartar todas as midias e deixar somente o cd. tenho um toca fitas technics com harmonicos incriveis, pra relaxar é uma beleza. tenho uma pick up pioneer e é excelente; cd é em último caso. sou músico e quero ouvir música, praticidade pra mim pode ficar por último. pobres… vocês pensam que um celular com codecs digitais imprecisos é capaz de substituir toda uma parafernalha engenhosamente bolada somente para áudio. se o pai de vocês não teve dinheiro suficiente para comprar um toca-discos decente, a culpa não é minha. se o tapedeck que pai de vocês comprou era uma conserta conserta estraga com duas caixinhas de marimbondo, também a culpa não é minha. aprendam um pouco de educação sonora, depois venham discutir sonoridade com quem realmente entende.

  40. Peter W. A. Maurer disse:

    A superioridade do VINIL é enorme em relação ao CD. A qualidade de áudio que o VINIL proporciona, realmente faz com que permaneça em primeiro lugar. O CD
    é somente um quebra galho, um paliativo. O VINIL é definitivamente insubstituível.
    Eu uso CDs no momento, porém não vejo a hora de comprar um bom TOCA DISCOS para curtir meus vinis.